Olá queridos educadores…

5 de agosto de 2010 6 comentários

Este espaço foi criado para que você possa deixar aqui amostras de seu trabalho e/ou dicas de atividades que foram realizadas na sua escola ou equipe.

Veja este vídeo e saiba um pouco mais sobre o UCA

Categorias:Colaboração, UCA Tags:

II Workshop Integrativo UCA-USP

22 de agosto de 2012 Deixe um comentário

No último dia 18/08/2012, tivemos o II Workshop Integrativo UCA-USP na Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Professores do Estado de São Paulo “Paulo Renato Costa Souza” (EFAP).

Em nossa programação foram oferecidas 5 oficinas temáticas, cujos materiais estão disponíveis pelo slideshare:

Esperamos que esses materiais possam servir de base para ações muito interessantes nas escolas participantes do projeto UCA.

Categorias:evento, Tutorial

Projeto Voos em LP- Escola Jocymara de Falchi Jorge

30 de abril de 2012 Deixe um comentário

Esse ano os alunos dos 5o. anos irão participar de um projeto chamado Voos LP é um trabalho, que envolverá alunos de Portugal e França. Um orgulho para os professores da EPG Jocymara de Falchi Jorge! Esse projeto está sendo desenvolvido com a ajuda da Professora Emilia Miranda e tem como objetivo:

*Estabelecimento de intercâmbio cultural entre falantes de língua portuguesa.

*Desenvolvimento da leitura, da escrita, da literacia digital, da intertextualidade, da interdisciplinaridade.

*Promoção da leitura de obras de autores de expressão portuguesa que se dedicam à literatura para a infância e a juventude.

*Produção de trabalhos de criação de texto, de desenho, de áudio, de vídeo, de fotografia, para publicação num blogue colaborativo. Entre outros..

Agora é só subir e iniciar mais uma aventura… espero os comentários! rs

Visitem meu Blog e vejam as nossas atividades: http://thatyucausp.wordpress.com

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Letramento Básico em comunicação transdisciplinar, através do computador, no projeto UCA.

28 de novembro de 2011 3 comentários

Módulo IV

PROJETO: Letramento Básico em comunicação transdisciplinar, através do computador, no projeto UCA.
NOME DA CURSISTA: Claudia Nikitiuk
NOME DA ESCOLA: E.E. “Professora Olga Benatti”
LOCAL: SÃO PAULO – SP
SÉRIE: 1A e 2B
NÚMERO DE ALUNOS:
DISCIPLINAS ENVOLVIDAS: História, Português e Biologia
PROFESSORES ENVOLVIDOS:   Claudia Nikitiuk
Cleide Fumagali
Irene Ribeiro Paixão
PROBLEMÁTICA A SER ESTUDADA: Como desenvolver técnicas, competências e habilidades discursivas/textuais, tendo para debate intertextual este foco temático: “O pensamento econômico está consumindo mais do que o planeta oferece”.
JUSTIFICATIVA: Tendo em vista o resultado de avaliações internas da Escola ‘Olga Benatti’ (SAOB), das externas (SARESP) e as próprias dificuldades encontradas nas atividades docentes, das diferentes disciplinas, para elaboração de seus relatórios de pesquisa ou outros textos, observou-se que o núcleo de tais questões está no uso inadequado do raciocínio abstrato concernente às capacidades leitora e escritora e seus respectivos procedimentos de leitura/redação, sobremodo nas redações dissertativas, onde o conceitual é prioritário.
                                Assim, se nosso objeto cognitivo é uma pequena antologia de artigos e textos respeitantes à educação ambiental e saúde, dando segmento a atividades anteriores de Biologia; agora, o documento-fonte de análise, síntese, retextualização/criação é:
                                      A ATUAL MATRIZ DE PRODUÇÃO pode levar a colapso. O Estado de S. Paulo 4 de set. 2008, p.H8 Especial.
                                Esse texto além da visão ecológica, envolve juízos históricos acerca de questões econômicas e o conhecimento de regras de leitura e argumentatividade, coesão e coerência dos enunciados e, por consenso interdisciplinar docente/discente, foi selecionado. Firmamo-nos nas noções de gênero do discurso, intertextualidade ou dialogismo que os próprios Parâmetros Curriculares Nacionais utilizam, interpretadas enquanto produtos históricos; sendo que os Cadernos da Secretaria da Educação de São Paulo também seguem essa orientação bakthiniana.
                                A categoria discurso/texto é uma unidade totalizante, mas implica fragmentar e sintetizar e envolve quer o paradigma dominante, disciplinar, como o paradigma emergente, mais sintético, que conduz transversalmente a visões generalistas, temáticas, holísticas e mesmo virtuais: aqui é necessário problematizar com lógica (formal ou dialética), entender expressões retóricas ou de estilo e conhecer regras gramaticais e sua sintaxe discursiva. Alguns autores exemplificam tais postulações: Pierre LÉVY e SANTOS BOAVENTURA podem ser citados.
                                Entendemos, contudo, à maneira de PIAGET e Ph. MERIEU, que o texto é uma construção dialógica entre autor/leitor/intérprete/interpretante. Formas a priori são preenchidas com conteúdos a posteriori. Para chegar à estruturação histórico-social e suas conotações e denotações há um caminhar fonético, silábico, terminológico, oracional, proposicional, lógico, cuja argumentatividade é a “possibilidade, através de certos sinais, levar o interlocutor a determinados tipos de conclusão, com exclusão de outros, é algo inerente à própria língua, e não  algo acrescentado ‘a posteriori’, em determinadas situações específicas de comunicação”. Ingedore VILLAÇA. Argumentação e linguagem .6. ed. – São Paulo : Cortez, 2000. p. 162.
                                Há uma literalidade no discurso que transita por caminhos dedutivos, indutivos e hipotético -dedutivos, que particularizam e individualizam uma produção textual, contudo, se a relacionarmos ao universo das representações coletivas dos discursos fundantes (literários, científicos ou cotidianos), aparece sua estruturação histórica e seu contexto de produção.
OBJETIVOS:
1)      Trabalhar a consciência de que há uma interdependência entre os recursos ambientais e o homem, local ou universalmente. O CICLO VITAL pede uma reflexão acerca da atual MATRIZ DE PRODUÇÃO E CONSUMO.
2)      Trabalhar os discursos/textos acerca, destrinçando conceitos básicos da ciência e seus argumentos ou enunciados textuais que favoreçam o entendimento histórico e a interpretação das proposições, com seus discursos direto/indireto/indireto livre, tempos verbais, concordância, figuras de linguagem ou estilo, maneiras dedutivas, indutivas ou hipotético-dedutivas de abordagem. Para atingir tais propósitos algumas técnicas de leitura e fichamento podem ser utilizadas, assinalando visualmente o texto, via recursos do Kword e do Kpresenter cotejando definições conceituais via Internet/Google e seus dicionários virtuais.
3)      Intenta-se ainda: estimular a capacidade de propor, atuar, debater, criar, adquirir intimidade com as novas tecnologias e o uso da Internet, bem como flexibilizar a compreensão cognitiva generalista das questões ou situações-problema apontadas, delimitando o objeto de análise e sua hipótese de tratamento teórico-metodológico, via trabalho cooperativo.
CONTEÚDO: Subdividido por três áreas: história, português, biologia, e seus conceitos ou noções básicas, examinadas a partir do documento básico e suas antologias complementares , bem como pelos recursos didáticos já existentes nos arquivos dos laptops. Também há roteiros metodológicos elaborados previamente para fomentar a operacionalização das atividades e compreensão dos problemas abordados e da sua tentativa de solução ou a antecipação (hipóteses) de teses e argumentos.
METODOLOGIA:
1)      A etapa diagnóstica/levantamento de problemas e proposições: fichamento das fontes já selecionadas pelos grupos, com suas proposições e argumentos a serem debatidos. Escolha das áreas: história/português/biologia. Cada grupo de 6 alunos, sendo que cada classe poderá ter no  máximo 6 grupos, já descontados os alunos não frequentes. Cada grupo de seis elementos subdividir-se-á em três duplas, cada uma escolhendo ou o enfoque histórico, ou o biológico, ou o da comunicação em língua portuguesa e suas noções disciplinares básicas.
2)      A etapa das sínteses e reflexões conjuntas sobre os enunciados/textos abordados pelas diferentes equipes e seus professores, processando a dialetização do conhecimento.
3)      A etapa da diversificação ou criação livre de ilustrações e painéis temáticos com a produção dos alunos, sendo registrados nos blogs. A par das sínteses/resumos, intertextos ou apêndices conceituais “ Educação + Saúde Pessoal e Ambiental”.
Observação: serão usadas as aulas dos respectivos professores indistintamente, pois a problemática e as competências requeridas são comuns, cabendo integrar as questões sobre o ciclo vital regenerativo e a produção econômica degenerativa, em que hipóteses de enfrentamento devam ser formuladas no sentido de se educar a consciência individual e social.
RECURSOS: Os laptops, os roteiros de como realizar anotações/resumos/relatórios/intertextos e textos críticos (previamente fornecidos). Roteiros ou exercícios sobre como pontuar, como assinalar elementos coesivos e frases de transição, a partir de palavras denotativas. Assim como os exercícios anteriores de análise textual, arquivados nos laptops. Site: Claudia1Irene2 Além de uma antologia paralela de artigos a serem escolhidos por cada grupo, conforme a necessidade e/ou problemática particular.
REGISTRO DO PROCESSO: a ser realizado ainda.
AVALIAÇÕES: contínua/ processual da ação/reflexão/ação planificada. Com auto-hétero avaliação dos objetivos, procedimentos e produtos obtidos, via pesquisa/retextualização de fontes e esquemas operatórios, aplicáveis no cotidiano da sala de aula, pelo aprender fazendo (sua história), com mais saúde pessoal e planetária ou ambiental! E mesmo que parcial, esse conteúdo fará parte da aprendizagem (construída) por cada aluno/leitor de textos didáticos e do mundo, tornando-se deles co-autor.
DIVULGAÇÃO: via laptops nos blogs do UCA/USP e do Blogspot.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: serão completadas posteriormente.
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Cantiga de Roda ” A galinha do vizinho”

20 de novembro de 2011 1 comentário

 Projeto: Cantiga de roda

” A galinha do vizinho”

Público Alvo: Estágios II A,B,C

Professoras: Célia Regina, Ana Lúcia, Maria de Fátima

Problematização

As crianças de 4 e 5 anos conseguem discriminar sons e com eles expressar seus sentimentos, suas vontades, seus anseios, sejam por meio do corpo ou da oralidade. Também gostam de contar números, pois isso faz parte de seu mundo social em situações cotidianas como: quantos anos você tem? Quantos irmãos?

O número de sua residência, de seu telefone…

Mas apesar de ser algo tão presente, socialmente essa aprendizagem depende de uma elaboração interna realizada por uma abstração reflexiva para isso é necessário…

Objetivos

-Desenvolver a sensibilidade na audição;

-Aprimorar a linguagem oral e ampliação de seu vocabulário;

-Explorar, conhecer e reproduzir sons vocais e não vocais;

-Ampliar o repertório de músicas infantis e cantigas de roda;

-Reconhecer e valorizar os números das operações numéricas e das contagens orais como ferramentas necessárias ao seu cotidiano;

-Produzir escritas numéricas de números do cotidiano a partir de situações problemas identificando quantidades e classificando-as;

Formar conceitos de números através de operações lógicas: classificação e seriação.

Estratégias

Para início do projeto apresentar a música e cantar em todos os movimentos hora do café, almoço, parque e depois de aprendida trabalhar em etapas para a realização do projeto.

1ª etapa

-Passeios aos arredores da escola para ouvir e identificar os vários sons;

-Descobrir alguns sons que são produzidos pelo nosso corpo.

2ª etapa

-Confecção de um cartaz com a letra da música e após conversação fazer interpretação da mesma sob forma de desenho;

-Brincar de imitar o som da galinha.

3ª etapa

-Cantar a música e inventar coreografias, posteriormente fazer a escrita da letra no caderno.

-Voltando a 1ª etapa: contar os ovinhos e confeccionar uma galinha colocando os ovos (cozidos e cedidos pela merenda) para que as crianças façam o manuseio dos mesmos na contagem, enquanto isso mostro um cartão com um numeral escrito para que separem a quantidade.

4ª etapa

Construção de jogo: os alunos confeccionam ovinhos com massa de modelar e colocam numa cesta (ninho) atrás da galinha e com um dado, cada criança lançará o dado e deverá retirar da cesta a quantidade indicada depois fará a contagem e a comparação para analisar quem consegue o maior ou menor número de ovos com isso lançará situações-problemas como, quem tirou o maior número, o menor número, se juntarmos quanto teremos. Trabalharemos as quatro operações matemáticas.

5ª etapa

Ao final faremos a construção de um painel com a sequência numérica de 1 a 10 para anotarmos todos os resultados.

Síntese

Culminância do projeto: digitalização

-Escrever a música na lousa e as crianças copiará no KWORD.

-Fazer o desenho da música no TUX PAINT e procurar os ovos realizando a contagem, registrando os resultados em um papel à parte.

-Durante o processo as crianças filmarão e fotografarão com o laptop.

-Duração – Início em outubro término, final de outubro.

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Projeto UCA – E.E. Nagib Miguel Elchmer

17 de novembro de 2011 Deixe um comentário

Aproveito esse post para colocar um vídeo mostrando alguns momentos do Projeto UCA na Escola Estadual Nagib Miguel Elchmer, que fica na cidade de Santo André.

Espero que sirva de inspiração a todos os educadores envolvidos com o projeto UCA no Brasil!!!

Obs: O vídeo foi feito pela equipe da escola e me foi passado pela professora Iracinda.

Categorias:evento, UCA

Projeto módulo IV

16 de novembro de 2011 Deixe um comentário

Projeto – Contos:  encontros e encantos

Nome do cursista – Cleonice Farias Silva Aoki

Nome da escola – E. E. Profa. Olga Benatti

Local

Série – 6º ano – 5ª. série

Disciplinas envolvidas – Português, Leitura e Arte

Professores envolvidos – Cleonice Farias Silva Aoki

Jacqueline D’Angelo Furquin  de Oliveira

Rosângela Felice Carvalho

Problemática a ser estudada: O encontro do escritor com o leitor através do encanto das palavras- Leituras que nos (trans) formam

Justificativa:

Esta unidade escolar já desenvolve há quatro anos um trabalho com a Carta da Terra, declaração de princípios fundamentais para a construção de uma sociedade justa, sustentável e pacífica. Este documento é dividido em 4 grandes princípios: 1- Respeitar e cuidar da comunidade da vida, 2- Integridade Ecológica, 3- Justiça Social e Econômica e 4 Democracia, Não-Violência e Paz.  Cabe as 5as. Séries desenvolver  o I princípio- Respeitar e cuidar da comunidade da vida e, neste ano, optamos  por trabalhar com o subitem: Construir sociedades democráticas que sejam justas, sustentáveis e pacíficas através da leitura.

Como se sabe a literatura sempre, exerceu um fascínio sobre o público infantil e as estreitas relações entre leitura, escrita e o mundo imaginário.Sendo a infância um período marcado pelo simbólico, pela imaginação e pela criatividade,  a criança nesta fase vivencia   com real prazer a posição de ouvinte e de autora de histórias.

A  aprendizagem da escrita não está reduzida à aquisição de uma série de habilidades de decodificação. Para se aprender a ler e escrever, além de  entrar em contato com o padrão de escrita, é preciso ampliar as  possibilidades  através de vivências  lúdicas, criativas e de exploração do imaginário.

O projeto Contos – encontros e encantos visa proporcionar aos alunos o encontro do eu autor com o eu leitor. Na posição de protagonista de criações literárias, aquele que cria histórias, que tece tramas,sujeito que promove, através da língua, a interação entre os seres nos efeitos de sentido que concretiza o dizer, o aluno percebe  que não basta imaginação para criá-las.  É necessário planejar, escrever, revisar e reescrever muitas vezes o texto até achar a palavra certa, o melhor jeito de encadeá-la, a trama adequada. E, o mais importante perceber “ que a língua tem uma magia: a de dar forma e existência ao que sentimos e somos, ao que as relações grupais são, ao que o Universo é,  os universos são”.

Além disso,” é preciso que saibam que a literatura tem um papel social muito importante e valorizado. E, por isso, deve fazer parte de sua formação como estudante e como pessoa inserida em uma sociedade com valores, costumes e cultura revelados em sua produção literária”.

 

 

Objetivos :

– Fazer da aprendizagem da leitura e escrita uma experiência aberta e dinâmica e explorar o ficcional e o fantasioso como forma de conhecimento;

– Associar leitura e escrita a momentos de alegria e prazer e estimular a imaginação infantil;

-Formar uma comunidade leitora que se reúne para trocar informações sobre os livros lidos, falar sobre impressões de leitura, indicar leituras para os amigos e ampliar repertório.

– Estabelecer critérios de escolhas de livros (autor, tipo de história, gênero, quantidade de  páginas, ilustrações, etc.)

– Usar os conhecimentos sobre a língua portuguesa e os gêneros textuais orais e escritos para elaborar e realizar os projetos coletivos;

– Identificar os gêneros textuais crônica, conto e resumo no contexto do projeto fictício, observando sua função social e comunicativa;

– Identificar valores de uma dada cultura em razão do desenvolvimento de um projeto fictício;

– Analisar as ações realizadas pelas personagens do projeto fictício, reconhecendo sua abrangência e funcionalidade;

– Produzir textos narrativos de acordo com a situação comunicativa e o contexto no qual serão inseridos;

– Produzir quadros organizativos e sínteses com as principais informações coletadas durante as pesquisas e as leituras realizadas para a elaboração do projeto fictício;

–  Reconhecer, na leitura de textos ficcionais, elementos que indiquem o comportamento e as características das personagens;

– Posicionar-se como protagonista de ações, inseridas no contexto de projetos coletivos, a fim de desenvolver competência de leitor e produtor de textos narrativos;

– Confrontar diferentes impressões e interpretações sobre as características discursivas dos gêneros crônica e conto;

– Desenvolver o processo de produção textual como um conjunto de ações interligadas;

– Utilizar conhecimentos sobre a língua para elaborar textos narrativos;

– Identificar em textos narrativos indícios de intencionalidade do autor;

– Demonstrar compreensão de textos orais e escritos por meio da retomada de tópicos;

– Elaborar projetos de leitura e escrita, desenvolvendo estratégias que possam ser postas  em prática.

 

 

 

Metodologia:

Aula interativa com a participação dialógica do aluno, com a preparação e o conhecimento de conteúdos e estratégias por parte do professor; rodas de leitura e de conversa; trabalhos em dupla e em grupo; valorização do cotidiano escolar  e de um aprendizado ativo centrado no refletir e no fazer.

 

Recursos:

Texto extraclasse e dicionário de língua portuguesa; livro didático, internet, livros de literatura infantojuvenil, papel para confecção do livro, cartolina, fotos, imagens recortadas de revistas e jornais, lápis de cor ou canetinha, garrafas PET, papel colorset, retalhos de tecido e TNT.

 

Registro do processo:

1ª. etapa -Elaboração de  projetos de leitura e escrita – conhecendo a situação fictícia.

Leitura da narrativa ficcional vivida pela personagem Soninha: retomada das características da tipologia narrativa, formas de leitura (compartilhada, silenciosa, para pesquisa, para retomada de conteúdo, etc), produção escrita para registro do tipo de história que cada um gostaria de escrever  e produção de quadro organizativo com as principais ações necessárias  para participar do concurso literário.

2ª. etapa – Rodas de leitura e pesquisa na internet sobre o processo de escrita de alguns autores

a-  Roda de conversa para reflexão sobre o contexto da leitura (onde ela acontece, em que momento, de que modo e o que a escola oferece para que isto aconteça) como fator importante para a formação do comportamento leitor dos estudantes.

b- Roda de leitura para resgate a memória de leitor: como foi seu contato com os livros? Quem lia para você? Onde foi este contato? Quem lê para você? Você lê para alguém? Você tem livros em casa? Qual o seu critério para a escolha de um livro? As ilustrações são importantes? Você observa a biografia do autor? Presta atenção à capa, contracapa e título? A idéia é propiciar a troca de informações sobre o que os estudantes pensam ou percebem dos autores e sobre os textos que escrevem, sentido-se motivados  a ler os livros expostos.

c-Pesquisa em dupla na internet sobre alguns escritores reais e os bastidores da escrita, ou seja, aquilo que vem antes da produção dos textos: Ana Maria Machado, Lygia Bojunga, Pedro Bandeira, Sylvia Orthof, Ruth Rocha, Ziraldo, Carlos Drummond de Andrade, Luis Fernando Veríssimo, Clarice Lispector, Moacyr  Sclair, Carlos Heitor Cony, Rubem Braga, Lygia Fagundes Teles, Fernando Sabino, Otto Lara Resende, Roberto Drummond, Ivan Ângelo, etc.

d-Roda de conversa sobre os livros e autores apresentados e critérios para escolha de livros( número de páginas, ilustrações, autor conhecido, título interessante,  indicação do colega, etc. para que em outro momento possam confrontá-los e ampliá-los.

e- Produção de fichas de leitura dos livros selecionados na roda literária, com informações gerais sobre esses livros e um pequeno resumo da história: Nome do autor, Editora, Ano de publicação, Número de páginas, Classificação literária, Título e subtítulo, Tema e Resumo.

3ª. etapa – Oficina de escrita de textos narrativos

a-     Produção de uma história, utilizando-se dos conhecimentos que já possui sobre as narrativas ( tempo, espaço, foco narrativo, enredo e personagem) sobre um dos temas : responsabilidade, coragem, amizade,fé, amizade, perseverança, trabalho, compreensão, disciplina, compaixão, honestidade, lealdade, solidariedade, esperança, gratidão..

b-    Roda de conversa sobre a produção desse primeiro texto: reflexão de onde tirar idéias para escrever? Acharam fácil escrever a história? Planejaram  o texto antes de escrevê-lo? Que tipo de dificuldade encontraram? O que deve ser feito antes de escrever?

c-     Leitura e análise da crônica O teste da rosa de Otto Lara Resende e do conto Medo de Cora Coralina para levantamento dos elementos estruturais desses gêneros. Semelhanças e diferentes entre os dois gêneros.

d-    Sobre a organização da escrita – Leitura da parte 3 e 4 da situação fictícia para se preparar para escrever: analisar o contexto(concurso literário), conhecer as regras impostas por esse contexto( o regulamento, prazos, etc.) conversar com escritores profissionais para saber como funciona seu processo de escrita, no qual poderão se espelhar, decidir se querem escrever sozinhos ou em parceria, enfim planejar, escrever, revisar e reescrever para enviar o seu texto para o concurso. Ter familiaridade com textos narrativos, refletir sobre o que escrever, participar de várias atividades antes de começar a  escrever a sua história.

e-     De onde vêm as histórias?  Casos que contam: Os alunos trarão de casa uma história contada por alguma pessoa mais velha, uma história real e acrescentará a ela as suas impressões. No entanto, para criar expectativas e conquistar a atenção dos leitores, é preciso mais do que o fato real. É necessário imaginação, criatividade, vontade de envolver o ouvinte com uma palavra que revele algo mais: um segredo, um susto, uma surpresa.

f-     Imagens que contam: em dupla os alunos produzirão um texto baseados em imagens recortadas de revistas e jornais;

g-    Notícias que contam: o professor vai selecionar pequenas notícias, de preferência as mais polêmicas ou que possam causar curiosidade no leitor. Após as discussões sobre o conteúdo das notícias e o seu propósito comunicativo, cada dupla escreverá uma história inventada com base nos acontecimentos extraídos da notícia.

h-     Sistematização da produção de narrativas – cada dupla organizará uma ficha com as principais informações das narrativas produzidas e apresentará aos colegas que farão observações, sugerindo mudanças ou acréscimos, discutindo como a história ficará no final do processo. Nesta etapa, cada dupla deverá escolher e planejar o seu texto final, escolhendo o tipo de narrador, a composição das personagens, a determinação do lugar onde a ação narrativa acontece e o tempo.

4ª. etapa -Revisão textual e estudo de alguns aspectos lingüísticos –

Com base nos textos produzidos,  os alunos discutirão o papel da revisão como parte do processo de elaboração do texto escrito.  Como uma etapa de reflexão e re-elaboração do texto produzido, considerando os aspectos discursivos e gramaticais que influenciam diretamente a capacidade informacional do texto: ausência ou excesso de informação, redundâncias, incoerências, falta de conexão entre as idéias, paragrafação, ortografia, pontuação, concordância, etc.

Nesta etapa farão um estudo sobre o papel do substantivo, do adjetivo, do artigo e da pontuação no texto produzido.

 

 

5ª. etapa – Mostra Cultural na escola:

1- Estrutura do livro: título, subtítulo, sumário, texto de apresentação e ilustrações.

2 –  Oficina da imaginação – instalação produzida com  livros  e  TNT representando a nossa imaginação desenvolvida através da leitura:

a – Exposição dos livros produzidos;

b – Personagens dos livros infantis preferidos pelos alunos – turma da Mônica, Turma do Sítio do pica pau amarelo, Alice no país das  maravilhas, Peter Pan e Sininho, Cinderela, etc.

c – Enfeitando flores (alegria), catavento e borboletas (mudanças),  pirulito (doçura) de ser criança, fadas  – confeccionados com material reciclado – garrafa pet e EVA;

–        3-  Peça “Em busca da infância perdida”;

4- Apresentação (dublagem) da música  Saltimbancos de Chico Buarque de Holanda

 

Avaliação:

Discussão coletiva em rodas de leitura, apresentação oral, elaboração de quadro organizativo, elaboração de  fichas de catalogação de livros, resumos de livros, avaliação oral e autoavaliação, escrita de textos narrativos, oficinas de criação de textos narrativos,confecção dos elementos para a oficina da imaginação, apresentação da peça “Em busca da infância perdida” e dublagem da música “Saltimbancos”.

Divulgação:

Mostra Cultural a ser realizada no dia 03-12-2011 – Oficina da imaginação com exposição dos livros produzidos, apresentação da peça e dublagem.

Referências bibliográficas:

Caderno do aluno e do professor –  Volume 3 – Língua Portuguesa –  SEESP – 2011

Revista Na Ponta do Lápis – ano VI – número 10  – Março de 2009 – Nossas palavras têm mais vida – O gênero textual crônica

Na Ponta do Lápis –  ano V – número 12 –  Dezembro de 2009 –  A hora e a vez do conto – Em pequenas narrativas cabem grandes histórias.

Na Ponta do Lápis – ano VI – número 14 – Julho de 2010 – Escrevendo como passarinho canta – depoimento da escritora Ana Maria Machado a Luiz Henrique Gurgel

Na Ponta do Lápis – ano VI – número 15 – Dezembro de 2010 – “Você sente que algo ‘pede expressão’. É o momento do trabalho concreto de escrever.” Entrevista de  Adélia Prado, via e-mail, a Luiz Henrique Gurgel

Revista Na Ponta do Lápis – ano VII – número 16 – Março de 2011 – A escrita que mora em mim – Que leituras nos (trans) formam?

Na Ponta do Lápis –  ano VII – número 17 –  Agosto de 2011 – Professores em busca de leitores. Que caminho tomar para formá-los?

 

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Projeto Módulo IV

16 de novembro de 2011 Deixe um comentário

Projeto– Por Uma Cultura de Direitos Humanos

Autores – Joana Claudina Ferro

                     Cleonice Farias Silva Aoki

                      Sonia Rodrigues José

Nome da escola – E. E. Profa. Olga Benatti

Local – Vila Bela

Série – 9º. Ano

Disciplinas envolvidas: Português, História e Geografia

Professores envolvidos: Cleonice Farias Silva Aoki

                                                    Joana Claudina Ferro e

                                                    Sonia Rodrigues José

Problemática a ser estudada: Perceber a importância de se participar ativamente das decisões tomadas tanto na esfera de sua comunidade como na fera mundial.

Justificativa:

Esta unidade escolar já desenvolve há quatro anos um trabalho com a Carta da Terra, declaração de princípios para a construção de uma sociedade que seja justa, sustentável e pacífica. Este documento é dividido em 4 grandes princípios: 1- Respeitar e cuidar da comunidade da vida, 2- Integridade ecológica, 3- Justiça social e econômica e 4- Democracia, não violência e paz, cabendo ao 9º. Ano o trabalho com este último. Este ano optamos trabalhar com o subitem ” Estimular e apoiar o entendimento mútuo, a solidariedade e a cooperação entre  todas as pessoas dentro e entre as nações”, pois além do conhecimento visamos incentivar a liderança.

Lembremos que a globalização trouxe o rápido avanço da informação, mas trouxe também a desvalorização das palavras que perderam a sua profundidade original. Esta comunicação congelada tornou-se incapaz de fazer brotar a criatividade do diálogo. Não podemos esquecer  que são as palavras e o diálogo, requisitos básicos para o processo de amadurecimento,  que nos tornam humanos, pois enriquecem  nossas mentes e nossos corações.

Além disso, Bergson afirma que  a fé irrefletida nas palavras também provocou degradação na linguagem atual,o que exige uma certa cautela no emprego de palavras conhecidas para lidar com o desconhecido. É necessário, portanto, conhecer o outro e novas formas de expressar o ser/estar no mundo, aliando a tecnologia ao humanismo, à tolerância e à coexistência.

Ao definir cidadão como a pessoa coexistente numa sociedade, é imprescindível a construção de uma cultura de direitos humanos, abrindo caminhos para encontros pessoais e intercâmbios capazes de promover o espírito de reconhecimento e o respeito à diversidade, comuns a todos os seres humanos.

Não esqueçamos, afinal, das palavras do filósofo e pacifista japonês Daisaku Ikeda ”os direitos humanos não começam a existir por tratados ou leis, mas pelas pessoas comuns a fim de corrigir as injustiças que vivenciam ou observam ao redor do planeta”.

Objetivos:

Estudar a origem, a função, principais órgãos e as oito metas do milênio da ONU e aspectos gerais dos países participantes da ONU: Origem e língua, ultura e religião, aspectos físicos e demográficos, forma de governo, economia, meios de comunicação (imprensa escrita e falada e internet) meios de transportes, segurança pública.

Tornar-se especialistas em pesquisa, ao investigar questões multilaterais de ponto de vista de um certo Estado;

Adquirir capacidades de negociação, ao representar diplomatas e embaixadores;

Desenvolver habilidades de retórica e oratória em público, ao articular a posição de seus países em relação a diferentes assuntos.

Engajar-se na construção de consenso, ao levar em consideração a opinião dos outros antes de chegar a uma decisão final;

Aprender a respeitar e tolerar as outras pessoas, ao interagir com estudantes que podem ser bastante diferentes de seus amigos, conhecidos e familiares.

Metodologia:

As atividades programadas visam ao desenvolvimento de aprendizagens significativas, cujo enfoque é construir conceitos e fomentar habilidades. Aprender a colher informações, selecioná-las, processá-las construindo cultura e conhecimento para serem aplicados na vida.

Recursos:

Computador programa classmate 52, Mozilla Firefox, DVD “ Um outro modo de ver as coisas” e “Programa Global Classrooms”, Ilustrações, gráficos, tabelas, charge e tiras de jornais, apostilas do aluno das disciplinas de Português, História e Geografia

Registro do processo:

1ª. etapa – Estudo da Declaração  Universal dos Direitos Humanos e produção de charges e tiras de jornal;

2ª. etapa – Exibição do DVD Simulação da ONU “ Projeto Global Classrooms” e “Um outro modo de ver as coisas”

3ª. etapa – Pesquisa realizada na internet, utilizando Class Mate 52 e análise crítica abordando os países membros da ONU;

4ª. etapa – Estudo sobre oratória, interpretação, negociação, debate e escrita de resolução;

5ª. etapa – Simulação do Global Class rooms – filmada pela câmera do laptop e fotografada  pelo próprio aplicativo – cada dupla representará um dos  países participantes da ONU

6ª. etapa – Produção de painéis para a Mostra Cultural: Um outro modo de ver as coisas:

a-     Maquete dos dez anos do 11 de setembro de 2001 –símbolo da intolerância:

As imagens dedois aviões atingindo as Torres Gêmeas do World Trade Center, localizadas no centro financeiro de Nova York, EUA, fez com que a erversidade da intolerância se espalhasse como partículas de pó por toda a parte. Agora é necessário redirecionar a história da humanidade por meio da tolerância e do diálogo. É preciso começar a agir

b-     Hábitos e costumes diferentes: Conhecer antes de julgar e Diferentes, sim! Inimigos, nunca!

É muito importante conhecer os costumes, os pensamentos, o comportamento em outras culturas. Só assim, é possível construir uma sociedade de espeito, tolerância, feliz e pacífica. Podemos aprender muito com algumas diferenças culturais.

c-      11 propostas para o fim da intolerância : 1- Veja o outro diferente; 2- Negociação, o desafio fundamental; 3- A bondade humana; 4- Não à vingança; 5- Renovação total do ser; 6- Dignidade humana, não à violência; 7- Revolução humana; 8- Consciência do valor da vida; 9- Respeito ao outro; 10- Diálogo e 11- Extermínio das idéias destrutivas – não à pobreza, ao ódio e à desumanização.

Os direitos humanos são importantes não somente devido a sua bagagem histórica e devido a tudo que representam, são importantes também pelo fato do que passam aos mais jovens. Direitos humanos ensinam com os erros do passado o que não deve ser feito no futuro, e são uma lição de paz, tolerância e oexistência. Eles nos ensinam a ser tolerantes com as diferenças que existem entre os homens e nos mostram que a coexistência pacífica é a melhor solução para um mundo melhor. Isso só será possível se sairmos do isolamento. Se fizermos uma viagem despida de preconceito na direção do outro.

d-     Declamação do poema Estatuto do homem  de Thiago de Melo ou peça de teatro baseada no poema.

Avaliação:

Serão avaliadas as quatro etapas: pesquisa, simulação Global Classrooms, a confecção da maquete e dos painéis e a participação do teatro na Mostra ultural.

Bibliografia:

Caderno do aluno volume 3 – Língua Portuguesa – SEE – 2011

Caderno do aluno volume 3 – História – SEE – 2011

Caderno do aluno volume 3 – Geografia SEE- 2011

IKEDA, Daisaku. Proposta de paz enviada a ONU em 2011 – “Por um mundo digno de todos: triunfo da vida criadora – Revista Terceira Civilização – Editora Brasil Seikyo – Maio 2011

CULTURA SOKA – Da intolerância para a coexistência e harmonia – Suplemento do Jornal Brasil Seikyo, Edição nº 2098 de 03/09/2011

Global Classrooms Learn, live, lead  – Apostila do educador – SEEESP – Programa Escola da Família – 2006 – Copyright

VESENTINI, José Willian – Geografia Geral e do Brasil –  Volume único – 1ª. edição – São Paulo: Ática, 2005

COTRIM, Gilberto – História Global Brasil e Geral – Volume único – 8ª. edição – São Paulo: Saraiva, 2005

DVD Modelo da ONU para Todos – UMA – USA – I Global Classrooms – São Paulo – 2006

Documentário Um outro modo de ver as coisas –

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